Política

Magnitsky suspensa: os interesses ocultos por trás da desanção de Alexandre de Moraes

Suspensão ou revogação?

A retirada do nome de Alexandre de Moraes da lista do OFAC gerou confusão. Entretanto, não houve portaria oficial revogando a sanção. Assim, tudo indica que se trata de uma suspensão temporária, fruto de negociação a portas fechadas entre Brasil e Estados Unidos. Consequentemente, Moraes continua sendo considerado violador de direitos humanos, mesmo sem constar na lista.

Negociação secreta e moeda de troca

O que o Brasil ofereceu em troca ainda não está claro. Porém, especula-se que ativos estratégicos — como minérios, logística ou informações de Estado — tenham sido usados como moeda de barganha. Além disso, os EUA têm interesse em reduzir a influência da China na América do Sul. Portanto, aproximar o Brasil de Washington tornou-se prioridade geopolítica.

Metais raros: o “ouro” do século

O Brasil possui cerca de 20% das reservas mundiais de metais raros, fundamentais para baterias, chips e equipamentos militares. Assim, controlar esse recurso é estratégico para EUA e China. Enquanto isso, a China domina 90% do refino global. Consequentemente, o Brasil virou peça central na disputa comercial e tecnológica entre as potências.

STF segue violando direitos

A suspensão da sanção não significa mudança de postura. Pelo contrário, Alexandre de Moraes continua condenando opositores, como Felipe Martins, em processos sem provas robustas. Portanto, a desanção reflete apenas interesses estratégicos americanos, não uma absolvição moral. Consequentemente, os direitos humanos seguem sendo violados no Brasil.

Risco eleitoral em 2026

Com o Congresso amordaçado pelo Judiciário, cresce a preocupação internacional sobre a lisura das eleições de 2026. Assim, observadores da OEA e dos EUA já sinalizam que podem não reconhecer o pleito caso o Judiciário continue sufocando instituições. Portanto, a crise interna brasileira pode ter repercussões externas inéditas.

Conclusão crítica

A suspensão da Magnitsky contra Moraes mostra que países não têm amigos, apenas interesses. Enquanto isso, o Brasil entrega ativos estratégicos sem consulta popular. Consequentemente, a soberania nacional se fragiliza e a democracia segue refém de um Judiciário autoritário. Portanto, a luta por transparência e liberdade continua sendo essencial para evitar que 2026 repita os erros do passado.

CTA: Quer entender como negociações secretas e ativos estratégicos estão moldando o futuro do Brasil? Explore outros artigos de Pedro Freitas e mantenha seu olhar crítico sobre o STF e a geopolítica internacional.


Fonte:

  • Revista Oeste
  • Gazeta do Povo

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