Bolsonaro: Superávit de R$ 54 Bilhões ao Déficit de R$ 354 Bilhões: O Colapso Fiscal das Estatais Sob Lula
O Contraste Fiscal Devastador: R$ 300 Bilhões de Diferença
Primeiramente, vamos aos números que não mentem. Segundo análise da Revista Oeste, Bolsonaro encerrou seu mandato deixando superávit fiscal de R$ 54 bilhões. Por outro lado, no governo Lula atual, o déficit já alcançou R$ 354 bilhões. Consequentemente, o contraste é devastador: de +R$ 54 bilhões para -R$ 354 bilhões.
Nesse sentido, não estamos falando de ajustes marginais ou diferenças técnicas. Na verdade, trata-se de inversão completa de trajetória fiscal. Portanto, enquanto uma gestão entregou contas equilibradas com superávit, outra mergulhou o país em déficit de R$ 354 bilhões – o maior rombo da história.
Números Que Expõem Incompetência
Além disso, vale contextualizar esses valores. Sair de superávit de R$ 54 bilhões para déficit de R$ 354 bilhões representa colapso fiscal sem precedentes. Ou seja, não é erro de gestão – é catástrofe fiscal deliberada resultado de escolhas políticas desastrosas.
Consequentemente, quando governo Lula alega que “herdou país quebrado”, dados mostram exatamente o contrário. Portanto, narrativa de “herança maldita” não se sustenta diante de superávit deixado por Bolsonaro.
Estatais: Do Superávit ao Maior Déficit da História
R$ 8,83 Bilhões de Prejuízo em 12 Meses
Primeiramente, segundo dados do Banco Central, estatais federais acumularam déficit de R$ 8,83 bilhões nos 12 meses até julho de 2025. Além disso, esse número representa aumento de quase 25% em relação ao ano anterior, que já havia sido recorde com R$ 6,73 bilhões negativos.
Nesse sentido, trata-se do pior resultado desde 2002, início da série histórica. Consequentemente, não é crise pontual ou problema herdado – é deterioração acelerada sob gestão petista atual.
A Inversão de 2023: Quando Tudo Desandou
Por outro lado, vale observar trajetória anterior. Durante gestão Temer (2018), superávit foi de R$ 3,47 bilhões. Além disso, 2019 registrou ápice com R$ 10,29 bilhões positivos. Finalmente, 2022, último ano de Bolsonaro, encerrou com R$ 4,75 bilhões no azul.
No entanto, em 2023, primeiro ano Lula, trajetória inverteu completamente. Primeiramente, déficit foi de R$ 656 milhões. Posteriormente, situação só piorou, até chegar aos atuais R$ 8,83 bilhões negativos. Consequentemente, padrão é claríssimo: mudou governo, desmoronaram contas.
A Narrativa Falsa dos “Investimentos Estratégicos”
Desculpa Esfarrapada de Esther Dweck
Primeiramente, ministra da Gestão, Esther Dweck, tenta justificar rombos alegando que refletem “investimentos estratégicos”. Nesse sentido, argumenta que aportes de gestões anteriores teriam financiado projetos que demandam novos recursos.
No entanto, economistas destroem esse argumento com facilidade. Por exemplo, João Pedro Paes Leme, da consultoria Tendências, afirma: “Esse déficit era esperado por quem não comprou a narrativa do governo”. Consequentemente, investimentos não explicam rombo estrutural atual.
Fatores Estruturais Ignorados
Além disso, Paes Leme aponta fatores reais: “O que se vê agora são fatores estruturais relacionados à máquina dessas empresas, que não conseguem competir adequadamente no mercado”. Por exemplo, calote sistemático na Previdência é apenas um dos problemas recorrentes.
Consequentemente, não é sobre investimento – é sobre má gestão, incapacidade competitiva e uso político de estatais. Portanto, desculpa governamental não passa de tentativa de encobrir incompetência administrativa.
Aparelhamento Político e Desvio de Recursos
Estatais Como Veículos Políticos
Primeiramente, Murilo Viana, analista de contas públicas, é direto: “O que se vê é piora da qualidade do investimento público nessas empresas cujas ações se tornaram veículos de uso político”. Nesse sentido, não é teoria conspiratória – é realidade documentada.
Por exemplo, Viana cita Codevasf (Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e Parnaíba): “Muitas vezes têm como veículo de execução justamente uma estatal”. Consequentemente, emendas parlamentares viram ferramenta de desvio via estatais aparelhadas.
O Preço do Aparelhamento
Além disso, quando empresas públicas viram cabide de emprego e balcão de negócios políticos, competitividade desaparece. Nesse contexto, eficiência é sacrificada em altar de interesses partidários. Consequentemente, prejuízos são inevitáveis e sistemáticos.
Portanto, rombo de R$ 8,83 bilhões não é acidente – é resultado previsível de transformar estatais em instrumentos políticos ao invés de empresas eficientes.
Falta de Transparência: Escondendo o Desastre
Boletim Trimestral Desapareceu
Primeiramente, até 2022, Boletim das Empresas Estatais Federais era trimestral. No entanto, logo no início de 2023, primeiro ano Lula, publicação simplesmente parou. Consequentemente, fiscalização e acompanhamento ficaram prejudicados.
Por exemplo, Paes Leme relata: “Desde ano passado, quando déficit se acentuou, ficamos sem informação de onde isso estava vindo”. Ou seja, governo deliberadamente dificultou transparência justamente quando rombos começaram.
Dados Insuficientes e Atrasados
Além disso, em julho de 2024 foi publicado relatório anual de 2023, mas com informações consideradas insuficientes. Nesse sentido, João Mario de França, do FGV Ibre, critica: “Há pouca transparência para avaliação da qualidade desses projetos”.
Consequentemente, opacidade não é acidental – é estratégia para dificultar análise e crítica. Portanto, quando governo esconde números, obviamente há muito a esconder.
Correios: O Caso Mais Emblemático do Desastre
Prejuízo de R$ 4,37 Bilhões em Seis Meses
Primeiramente, Correios são maiores responsáveis pelo déficit das estatais. Nesse sentido, primeiro semestre de 2025 registrou prejuízo de R$ 4,37 bilhões – mais que triplo do mesmo período de 2024 (R$ 1,35 bilhão).
Além disso, apenas segundo trimestre de 2025 teve déficit de R$ 2,64 bilhões, quase cinco vezes o registrado um ano antes (R$ 553,2 milhões). Consequentemente, deterioração é exponencial e acelerada.
Tempestade Perfeita de Incompetência
Por outro lado, crise dos Correios reúne todos elementos de má gestão petista. Primeiramente, aparelhamento político descarado. Além disso, inchaço absurdo de quadro de pessoal. Ademais, incapacidade de adaptação a mudanças de mercado.
Por exemplo, empresa atribui prejuízo ao Remessa Conforme e “taxa das blusinhas”. No entanto, qualquer empresa competente se adaptaria a novo cenário. Consequentemente, problema real é gestão incompetente que usa mudanças externas como desculpa.
Risco de Socorro com Dinheiro Público
Ademais, situação ficou tão grave que Correios podem precisar de aporte do Tesouro. Nesse sentido, Murilo Viana alerta: “Empresa pode precisar de aporte da União ou deixar de ser considerada empresa não dependente”.
Consequentemente, contribuinte pode ter que pagar conta de décadas de má gestão. Portanto, incompetência petista não apenas destrói estatal, mas ameaça jogar rombo nas costas de todos brasileiros.
Emgepron: R$ 10 Bilhões Parados
Dinheiro Guardado Para Inflar Números
Primeiramente, caso da Empresa Gerencial de Projetos Navais é emblemático de manipulação fiscal. Nesse sentido, entre 2017 e 2019, recebeu R$ 10 bilhões do Tesouro para construir navios. No entanto, manteve recursos parados.
Consequentemente, isso inflou artificialmente superávit das estatais naquele período. Por outro lado, quando retomou projetos (fragatas Tamandaré e navio Almirante Saldanha), voltou a registrar déficits. Ou seja, estratégia de investimento naval foi desastrosa desde início.
Setor Naval: Colapso Anunciado
Além disso, setor naval já havia sofrido colapso durante governos petistas anteriores. Nesse contexto, após retração de projetos Petrobras na esteira da Lava Jato, estaleiros quebraram. Consequentemente, insistir em mesma estratégia falida demonstra incapacidade de aprender com erros.
Portanto, Emgepron simboliza tudo que está errado: planejamento ruim, execução pior, transparência zero e prejuízo para contribuinte.
O Que Mudou Entre Bolsonaro e Lula?
Saneamento vs. Aparelhamento
Primeiramente, durante gestões Temer e Bolsonaro, programa de saneamento das estatais foi implementado. Nesse sentido, aportes cobriram déficits anteriores e estabeleceram base para superávits. Consequentemente, empresas voltaram ao azul entre 2018 e 2022.
Por outro lado, em 2023, com retorno do PT, prioridade mudou completamente. Ao invés de eficiência, voltou aparelhamento. Ademais, ao invés de competitividade, voltou uso político. Consequentemente, déficits explodiram imediatamente.
Gestão Técnica vs. Gestão Ideológica
Além disso, diferença fundamental está em critérios de nomeação. Durante Bolsonaro, técnicos e gestores com experiência foram priorizados. No entanto, sob Lula, critério voltou a ser político-partidário.
Consequentemente, enquanto uma gestão buscava resultado, outra busca acomodar aliados. Portanto, diferença de R$ 300 bilhões entre as gestões não é coincidência – é resultado direto de prioridades opostas.
Privatização: Solução Óbvia Que Governo Ignora
Questionar Papel do Estado
Primeiramente, economistas são unânimes: hora de reavaliar quais estatais realmente precisam existir. Nesse sentido, Paes Leme questiona: “É preciso questionar se seu papel cabe ao Estado brasileiro”.
Por exemplo, estatais ligadas à atividade industrial têm relevância duvidosa como prioridade governamental. Consequentemente, mantê-las apenas perpetua sangria de recursos públicos sem contrapartida social.
Análise Caso a Caso
Além disso, João Mario de França defende análise individualizada: “Responsabilidade por esse resultado ruim se concentra em algumas estatais que precisam, claramente, de discussão sobre real necessidade de permanecerem sob controle público”.
Portanto, não é sobre privatizar tudo cegamente. Na verdade, trata-se de decidir racionalmente: quais empresas justificam custo de permanecerem estatais? Consequentemente, aquelas que só geram prejuízo sem retorno social deveriam ser privatizadas.
Resistência Ideológica
No entanto, governo Lula é ideologicamente contrário a privatizações. Nesse sentido, prefere manter estatais deficitárias do que admitir que Estado é gestor incompetente. Consequentemente, dogmatismo ideológico prevalece sobre racionalidade econômica.
Portanto, enquanto governo se recusa a privatizar, contribuinte continua pagando conta de empresas que só dão prejuízo e servem interesses políticos.
Impacto no Quadro Fiscal Geral
Déficit de R$ 354 Bilhões É Insustentável
Primeiramente, déficit fiscal de R$ 354 bilhões do governo Lula não é apenas número assustador – é ameaça à sustentabilidade da dívida pública. Nesse sentido, cada bilhão adicional de rombo aumenta juros que governo precisa pagar.
Consequentemente, déficit atual gera círculo vicioso: mais dívida, mais juros, menos recursos para investimento. Portanto, irresponsabilidade fiscal de hoje é recessão e desemprego de amanhã.
Estatais Agravam Quadro Dramático
Além disso, déficit de R$ 8,83 bilhões das estatais agrava situação já crítica. Nesse sentido, se Tesouro precisar cobrir prejuízos dos Correios e outras, rombo fiscal explode ainda mais.
Por exemplo, Murilo Viana alerta: “Se Tesouro precisar cobrir esse déficit, quadro fiscal já dramático tende a se agravar e aumentar incertezas sobre sustentabilidade da dívida pública”.
Consequentemente, má gestão de estatais não é problema isolado – é bomba-relógio fiscal que ameaça toda economia.
Comparação Internacional: Brasil na Contramão
Países Sérios Privatizam Estatais Deficitárias
Primeiramente, vale observar que mundo desenvolvido não mantém estatais deficitárias por teimosia ideológica. Nesse sentido, países como Reino Unido, França e até China privatizaram empresas que não justificavam manutenção estatal.
Por outro lado, Brasil insiste em manter empresas que só dão prejuízo. Consequentemente, enquanto mundo avança em eficiência, Brasil retrocede em nome de ideologia.
América Latina Aprendeu Lição
Além disso, até países latino-americanos aprenderam com erros. Por exemplo, Chile privatizou setor elétrico e tem uma das matrizes energéticas mais eficientes da região. Similarmente, Peru privatizou telecomunicações e viu qualidade e cobertura explodirem.
Consequentemente, insistência brasileira em modelo estatal deficitário não é apenas erro econômico – é teimosia ideológica que condena país a atraso.
O Custo Para o Contribuinte
Cada Real de Déficit Sai do Seu Bolso
Primeiramente, é fundamental lembrar: déficit de estatais é pago por você. Nesse sentido, cada bilhão de rombo significa menos dinheiro para saúde, educação, infraestrutura. Consequentemente, incompetência governamental rouba recursos que deveriam servir população.
Por exemplo, R$ 8,83 bilhões de déficit das estatais equivalem a construção de milhares de escolas ou hospitais. Portanto, quando governo mantém estatais deficitárias, está escolhendo aparelhamento político sobre bem-estar social.
Juros Mais Altos, Inflação Maior
Além disso, déficit fiscal eleva juros e inflação. Nesse sentido, quando governo gasta mais do que arrecada, Banco Central precisa subir juros para conter inflação. Consequentemente, seu financiamento fica mais caro, seu emprego fica ameaçado.
Portanto, irresponsabilidade fiscal não é problema abstrato de Brasília – é realidade que afeta diretamente seu padrão de vida.
Conclusão: Números Não Mentem, Gestão PT Mente
Em síntese, dados são absolutamente devastadores para narrativa governamental. Primeiramente, análise da Revista Oeste mostra: Bolsonaro deixou superávit de R$ 54 bilhões, Lula produziu déficit de R$ 354 bilhões. Consequentemente, diferença de R$ 300 bilhões expõe incompetência brutal.
Paralelamente, estatais federais acumulam maior déficit da história: R$ 8,83 bilhões. Além disso, trajetória é clara: durante Temer e Bolsonaro, superávits. Sob Lula, rombos recordes. Portanto, coincidência é impossível – é causalidade direta.
Ademais, desculpas governamentais sobre “investimentos estratégicos” foram demolidas por economistas. Na verdade, o que se vê é aparelhamento político, má gestão e falta de transparência. Consequentemente, estatais viraram cabide de empregos e veículos de desvio de recursos.
Portanto, pergunta que não quer calar: até quando contribuinte vai pagar conta de ideologia petista que insiste em manter estatais deficitárias? Além disso, por quanto tempo mais vamos fingir que problema é “herança maldita” quando números provam o contrário?
E você? Vai continuar acreditando em narrativas ou vai finalmente confrontar números que não mentem? Porque uma coisa é certa: cada dia de gestão PT é um dia a mais de sangria dos seus impostos.
Quer continuar expondo incompetência fiscal com dados reais? Acompanhe análises baseadas em números, não em narrativas. Afinal, matemática não tem viés político – apenas expõe verdade inconveniente!
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